Bem, muitas pessoas não se dão conta de que um dia em suas vidas tiveram que passar por essa fase - a infância. Ao nascer, a mesma acha que todos ao seu redor à servem, e de fato, é como se ela se tornasse o "centro" das atenções, por assim dizer. Todos e tudo se voltam para cuidá-la nos mais mínimos detalhes. Esse 'reinado' logo acaba quando a criança tem de fazer suas coisas sozinha, sem a ajuda de ninguém. Mas como ser que tem vida precisa ainda de "amor", "compreensão" dos responsáveis, e "atenção". Só que neste quesito alguns pais exageram, ou seja, temos um contraste, pois uns dão atenção demais e outros nem se preocupam com o seu filho pequeno. Deve haver um equilíbrio entre os dois lados, por que se uma criança percebe que seu pai não a cuida, ela possivelmente no futuro poderá retribuir aos seus pais já idosos a mesma comunicação física e verbal com que eles a trataram em sua infância. Por outro lado, se um pai lhe dá atenção em demasia, sempre está ali por perto, sem deixar que o pequeno aja ou mesmo faça algo por conta própria (claro, se tiver condição para isso) ele poderá tornar-se um adulto inseguro e ansioso. Portanto, vemos que a criança em geral, para que tenha um bom rendimento no futuro, precisa não só do apoio, mas também da atenção e cuidado de seus pais - sem excesso. Depois dessa breve introdução, podemos agora nos focalizar no tema acima. Então, ser criança é aproveitar os momentos e fases boas da infância. É saber compartilhar com os amiguinhos as descobertas feitas e os sonhos tidos. É se lambuzar, é comer bastante doces, enfim, é fazer de cada dia um descobrimento... Quando se junta "amor" com "brincadeiras" se forma uma base para um bom desenvolvimento no futuro.
Da autora Stephanie Sales

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